Clareamento dental

Aprenda o que podemos e não podemos fazer durante o tratamento de clareamento dental.(Leia mais)

Restauração prateada ou da cor dos dentes?!

Está na dúvida se deve trocar ou não sua restauração de amálgama?(leia mais)

Dente siso

Ter ou não ter? (leia mais)

PIERCING EM TECIDOS MOLES DA BOCA

SEIS MOTIVOS PARA NÃO COLOCAR!

Bicarbonato de sódio

Diga NÃO ao uso caseiro dele!!!

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Protetores Bucais



O protetor bucal é um aparelho de plástico flexível ou material laminado usado nas práticas desportivas para evitar ferimentos na boca ou nos dentes.
Segundo a Associação Americana de Odontologia (ADA), um terço de todos os traumatismos bucais estão relacionados com práticas desportivas. O uso de protetor bucal poderia evitar mais de 200.000 ferimentos bucais a cada ano.


O que é um protetor bucal?
Um protetor bucal é um aparelho que se encaixa nos dentes para protegê-los de qualquer tipo de impacto. Os protetores bucais geralmente cobrem os dentes superiores e são projetados para evitar a fratura de dentes, corte nos lábios ou qualquer outro dano à boca. Se você estiver usando aparelho ou prótese dentária na arcada inferior, é provável que seu dentista sugira o uso de protetor bucal nos dentes inferiores também.

Quando devem ser usados?
Devem ser usados sempre que a pessoa participa de atividades esportivas que envolvam a possibilidade de quedas, contatos físicos bruscos ou choques com objetos voadores, tais como futebol, futebol americano, basquetebol, beisebol, rugby, softbol, hóquei, skates, ginástica, lutas, ciclismo ou qualquer atividade que possa produzir ferimentos na área da boca.
O protetor bucal é essencial para todos os atletas, sejam eles crianças ou adultos.

Por que usar protetor bucal?
Todo atleta está exposto ao risco de traumatismo bucal e qualquer traumatismo pode ser evitado com o uso do protetor. Entre os tipos de traumatismos que podem ocorrer sem o uso do protetor bucal estão a quebra ou rachadura de dentes, fraturas de próteses, ferimentos nos lábios e bochechas, danos à raiz dos dentes, fraturas de arcada e concussões.
Além disso, podemos considerar que o uso dos protetores produz uma sensação de segurança. Essa sensação esta ligada a autoconfiança, outra variável psicológica importante no desempenho do atleta. Ao se sentir seguro o individuo desenvolve a confiança no que é capaz de realizar, não duvidando de seu potencial, fortalecendo assim sua autoconfiança. Mas esses benefícios só podem ser realmente apreciados com o uso de protetores personalizados, feito com profissionais especializados.
Obviamente não podemos colocar toda responsabilidade de desempenho no uso ou não de protetores, pois são apenas acessórios. A concentração bem como a autoconfiança, podem e devem ser treinadas e desenvolvidas para o máximo desempenho sempre. Entretanto, não se pode negar a interferência positiva, tanto física como psicológica, com a utilização dos protetores na performance dos atletas.

Quais os tipos de protetores bucais?
1-     Pré- fabricado (“ferve e morde”): são facilmente encontrados em lojas de artigos esportivos, possuindo vários modelos, porém com poucas alternativas de tamanho. Os populares protetores do tipo ''Ferve e morde'', possuem limitações, pois sua adaptação nos dentes é muito pequena, soltando facilmente, exigindo assim, que o atleta mantenha os dentes sempre serrados para não soltar, limitando a respiração pela boca.

2-     Personalizado: feitos em consultório ou personalizados, são aparelhos confeccionado em placas de silicone de 2 a 3 milímetros de espessura, prensados à vácuo em uma máquina específica no modelo de gesso da boca do paciente. Tal processo permite uma adaptação e retenção excelente do aparelho na boca do paciente.
      
      Vantagens do protetor bucal personalizado:
  • Possibilita ao atleta respirar pela boca, ingerir líquidos e falar sem retirar o protetor.
  • Protege não apenas os dentes, mas também os lábios, língua, bochechas e também a região da articulação (ATM).
  • Cria uma segurança maior comparado ao protetor pré-fabricado, o que geralmente aumenta o rendimento do atleta.
  • Evita uma possível desclassificação, pois se o atleta sofre um ferimento na boca gerando um sangramento, ele é desclassificado.
  • Além da proteção de todos os dentes e tecidos moles, o protetor personalizado melhora a atenção e o rendimento do atleta, pois ele não precisa se preocupar em manter o protetor em posição.
Desvantagem do protetor bucal personalizado:
O protetor bucal personalizado é um aparelho “caro” quando comparado ao pré-fabricado, porém, o seu custo/benefício é bem superior, pois em caso de acidente orofacial, o paciente não perderá horas de consulta, terá muita menos dor, e diminuirá risco de ter problemas com próteses, endodontia e reconstrução de dentes. Acredita-se também que reduz muito o risco de derrame cerebral por compressão do condilo, no caso de traumatismo.

Quem devo procurar para fazer o protetor personalizado?
Cirurgião-dentista

Como fazer para adquirir um?
  1. Realiza-se um exame clínico, com o cirurgião-dentista,  para avaliar as condições bucais, quais esportes o paciente pratica, se usa aparelho ortodôntico, tipo de mordida, etc. A partir desses dados, realiza-se a moldagem do arco superior. Caso o paciente use aparelho ortodôntico nas duas arcadas, ambas são moldadas.
  2. Realiza-se a instalação do protetor bucal e os ajustes se necessário.
  3. Avalia-se a adaptação do protetor bucal e se necessário, os últimos ajustes.

Então é isso! Espero ter esclarecido sobre o tema. Agora, pelo amor que você tem pelos seus dentes, o negócio é marcar consulta com seu dentista, escolher a estampa do protetor e “cair de boca” no seu esporte!


Ahhhh... lembre de deixar aqui em baixo o seu comentário, sugestão de post ou dúvida e nos ajude a enriquecer ainda mais este tema! Fico grata desde já!

domingo, 6 de junho de 2010

Síndrome do Respirador Bucal



Certamente você já deve ter ouvido falar a respeito da síndrome do respirador bucal, mas não com esse nome. Síndrome é o agregado de sinais e sintomas associados a uma mesma patologia e que em seu conjunto definem o diagnóstico e o quadro clínico de uma condição médica.
Recebi este tema como sugestão de post e achei uma ótima oportunidade de divulgar, visto que muitas pessoas consideram normal respirar pela boca, quando na verdade não é, e tem como conseqüência uma série de sinais e sintomas que podem ser tratados.





Vale notar a importância do atendimento por uma equipe interdisciplinar, na qual o objetivo é a qualidade de atendimento, promoçäo de saúde e prevençäo desta síndrome.




O tratamento da síndrome do respirador bucal é um assunto muito abordado atualmente.
Cada vez mais se enfatiza a necessidade de um trabalho em equipe e o conhecimento das diversas áreas que atuam no seu diagnóstico e tratamento.
E por isso a importância de divulgarmos... Segue abaixo uma série de considerações a este respeito.


1.     O que é respirador bucal?

É o indivíduo que substitui o padrão correto de respiração nasal por um padrão inadequado, bucal ou misto (buconasal).

O processo de respiração correto é através da via nasal, pois proporciona que o ar durante a inspiração seja filtrado, umidificado e aquecido, assim chegará condicionado aos pulmões, para que as trocas gasosas ocorram. Devido a processos alérgicos ou outras formas de afecções, pode haver obstrução para a passagem do ar pela via nasal, sendo que o ar é essencial para a sobrevivência do ser humano, mediante a este fato o organismo faz com que o ar seja captado por um percurso alternativo, via bucal. O indivíduo que utiliza a boca para respirar é chamado Respirador Bucal. E por este fato o ar inspirado não passa pelos processos de condicionamento para adentrar no organismo, como o caso da via nasal. Uma vez alterada a forma da respiração, o organismo como maneira de compensar a via alternativa, promove uma série de alterações em vários segmentos e sistemas, como por exemplo: alterações posturais, respiratórias, comportamentais e no sistema estomatognático. A este grupo de alterações que o indivíduo apresenta chama-se de “Sindrome do Respirador Bucal”.

2.     O que pode causar a respiração bucal?
  •  Hipertrofia de adenóide (funciona como barreira mecânica, impedindo ou dificultando a respiração nasal)
  • Hipertrofia de amígdala (faz com que o indivíduo jogue a língua pra frente, fazendo com que haja interposição lingual, levando à mordida cruzada)
  • Desvio de septo (funciona como barreira mecânica, impedindo ou dificultando a respiração nasal)
  • Pólipos nasais (funciona como barreira mecânica)
  • Corpos estranhos (crianças colocam caroço de feijão, amendoim... obstruindo as narinas)
  • Rinite alérgica
  • Falta de amamentação materna ( a amamentação é muito importante para o desenvolvimento da musculatura perioral e intra oral)
  • Predisposição anatômica
  • Hábitos (chupar chupeta/dedo impedem o selamento labial
  • Quadros neurológicos.


Características do respirador bucal:


Faciais: face longa, canto dos olhos caídos, olheiras, lábio superior curto, lábio inferior evertido, musculatura ao redor da boca flácida, narina estreita, falta de selamento labial e ressecamento dos lábios

Dento- esqueléticas: atresia maxilar, mordida cruzada posterior, palato (“céu da boca”) profundo, mordida aberta e má postura da língua.

Corporais: pescoço e cabeça para frente (para facilitar a entrada de ar), ombros curvados, região torácica deprimida, musculatura abdominal flácida, desequilíbrio da coluna vertebral, ou muito magro ou excessivamente gordos (a criança come com a boca aberta, ou come muito rápido ou não come; ingere muito líquido junto com a comida para deixar o alimento mais pastoso rapidamente).

Pisíquico: cansaço, inquieto, ansioso, medroso, pouca concentração, faz xixi na cama, possui hábitos deletérios (chupar dedo, ou roer unhas...), agressividade, hipoatividade, desinteresse por esportes (se cansa facilmente seja por não ter tido uma boa noite de sono como também pela dificuldade de respirar), dificuldade de relacionamento (é excluído devido à hipoatividade)

4.    Como identificar um respirador bucal?

Além das características colocadas acima, podemos identificar esses indivíduos quando: relatam que não respiram bem, dormem de boca aberta, babam durante o sono, tem dificuldades para esportes e tem sonolência ou falta de concentração.

Existem testes que podem identificar um respirador bucal, porém nada substitui o diagnóstico de um profissional de saúde.

Teste da água: peça para que a criança coloque um pouco de água na boca por alguns instantes (mais ou menos 1min e 30seg). Caso ela não consiga ficar com a água na boca por não conseguir respirar e tiver que cuspir/ engolir a água para poder respirar é porque ela é respiradora bucal. Porém existem aqueles conseguem ficar com a água na boca.

Teste do algodão ou do espelho: enquanto a pessoa respira colocar ou o algodão ou o espelho para ver de onde saí o ar expirado.

Assim que você identificar uma pessoa respiradora oral, encaminhe-a para tratamento.

5.     Como faço para prevenir a respiração bucal?

A manutenção correta das funções, nas estruturas relacionadas deve estar correta também, ou seja, tônus muscular adequado de todos os músculos do aparelho estomatognático, postura correta da língua e lábios em perfeito vedamento e respiração com padrão nasal. Estes objetivos são atingidos apenas com a amamentação.

Existem três diferenças básicas entre o mamilo e o bico da mamadeira: o tamanho do bico, o fluxo de leite e a área que rodeia o bico. Além do trabalho muscular que em cada caso é solicitado.

Criança que suga o peito da mãe mantém os lábios vedados, mantém a língua na postura correta, desenvolve corretas funções do aparelho estomatognático e por fim estabelece o padrão correto de respiração, isto é o nasal.

Durante a amamentação a criança estabelece o padrão correto de respiração, mantém corretamente as estruturas orais facilitando a evolução do sugar para o mastigar, ela não executa o simples movimento de sucção ela faz sim uma série de movimentos chamados movimentos de “ordenha” que são estímulos neurofuncionais para o correto desenvolvimento da musculatura perioral (ao redor da boca)  para estabelecer um bom vedamento labial, além do estímulo para o correto posicionamento mandibular.

Os malefícios da respiração bucal são notórios não apenas a nível facial, mas também em termos de qualidade de vida do indivíduo, em que observamos a imensa dificuldade destes pacientes em manter a saúde física e mental. Assim pode-se concluir que a amamentação é a melhor e mais simples maneira de se prevenir a ocorrência da respiração bucal, proporcionando à criança alimento, proteção e estimulando seu crescimento fisiológico.

Além da amamentação, a conscientização em relação aos hábitos orais (uso de chupetas e mamadeiras inadequadas, chupar dedos e de objetos), à alimentação (consistência dos alimentos) e evitar estímulos para alergias (cigarro, poluição, pelo de animais, ar condicionado) são importantes na prevenção da respiração bucal.


6.       Que profissional da saúde devo procurar para tratamento?

O tratamento da síndrome do respirador bucal é multidisciplinar.
A princípio procure: um dentista (ortodontista) ou médico (otorrino ou alergista), que caso haja necessidade eles te encaminharão para algum dos profissionais abaixo:
·         Nutricionista
·         Fonoaudiólogo
·         Fisioterapeuta
·         Homeopata
·         Psicólogo
Assim que você perceber que seu filho (ou qualquer outra pessoa) tenha o padrão de respiração bucal, encaminhe-o para tratamento. Lembre- se: tem tratamento!


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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Aftas

O que é o que é?...
Todo mundo já teve pelo menos uma ao longo da vida. É um trocinho que dá dentro da boca e que independente do tamanho, dói pra caramba. Tira-nos a vontade de falar, comer, beijar... Cada um tem um “jeito” milagroso pra se curar dela, quando usamos algum remédio ela cicatriza em 1 semana, mas quando não usamos nada, cicatriza em 7 dias... rs
Se você disse afta, acertou e com certeza porque já teve uma.

A lesão de afta é considerada a alteração mais comum da mucosa oral em humanos e se caracteriza por uma lesão circular, claramente definida, dolorosa, com centro necrótico, bordas elevadas, halo eritematoso e limpas, ou seja, não apresentam pus, bactérias ou outros sinais de infecção. Podem ser únicas ou múltiplas, pequenas ou grandes.
É uma úlcera que pode surgir em qualquer ponto da cavidade oral: língua, lábios, gengiva, garganta e úvula (a campainha da boca). Até hoje, não ocorreu a caracterização de um agente etiológico (o agente causador da doença) específico para essa afecção. No entanto, várias são as referências, na literatura, que consideram o estresse um dos fatores predisponentes para sua patogenia.
São lesões benignas, não são contagiosas.
O que pode provocar seu aparecimento?
As úlceras aftosas recorrentes (UAR) têm variadas hipóteses sobre sua etiologia, observando uma grande dificuldade na determinação de uma causa isolada, que possa explicar, adequadamente, a maioria dos casos encontrados; o que evidentemente faz surgir barreiras para um tratamento curativo definitivo.
a) doenças sistêmicas e deficiências nutricionais;
Doenças, como a neutropenia cíclica e agranulocitose, e portadores do vírus HIV, problemas gastrointestinais, incluindo doença de Crohn, e colite ulcerativa e como deficiências nutricionais às relacionadas ao ácido fólico, zinco, vitaminas B1, B2 e B12.
b) alergia a alimentos;
Alergia ao leite da vaca e trigo.
c) infecções;
Associação de uma bactéria ou vírus, que causam as UAR, tem sido sugerida, mas os estudos são inconclusivos.
d) predisposições genéticas;
Pacientes com história familiar de UAR podem desenvolver mais cedo esta doença e mais severamente que os que não apresentam história familiar.
Outro lado é que as UAR podem estar mais comumente presentes em gêmeos idênticos do que entre os não idênticos.
e) desordens imunológicas;
UAR mais comuns em pacientes com doença de Behçet’s e HIV positivos.
A imunopatogênese da UAR pode envolver um desequilíbrio entre células indutoras T. helper e células supressoras T. O antígeno, que precipita esta reação é desconhecido, mas muitos fatores são incluídos como trauma, microorganismos e alergias a alimentos.
f) indução por drogas;
Drogas anti-inflamatórias não esteróides, methotrexato, daunorubicin e medicamentos como as penicilinas, sulfanamidas, barbitúricos e foscarnet, devendo-se fazer um estudo para a possibilidade de não ser simplesmente uma reação de sensibilidade ao uso destes medicamentos.
g) pacientes com HIV;
h) Traumas locais;
Como: mordidas acidentais; aparelho ortodôntico; escovação; alimentos duros; próteses mal adaptadas.
i) Alterações hormonais durante o ciclo menstrual.
A maioria das aftas dura em média de 1 a 2 semanas e costuma curar sem deixar cicatriz, porém, algumas pessoas apresentam aftas grandes, chamadas de aftas major, maiores que 1cm e profundas. Estas demoram até 6 semanas para desaparecer e podem deixar cicatriz. Existe ainda a afta herpetiforme, formada por múltiplas úlceras pequenas que se juntam e transformam-se em uma lesão grande.
As aftas podem vir acompanhadas de linfonodos no pescoço (ínguas), e por vezes, de febre baixa e mal estar.
O diagnóstico profissional

Dado que se trata de um problema freqüente que geralmente não apresenta complicações, mas que incomoda, muitas pessoas optam por deixar que o processo siga seu curso normal utilizando paliativos para aliviar a dor. Uma consulta com o dentista ou médico estomatologista deve ser avaliada quando:
- a afta for excepcionalmente grande
- as aftas forem recorrentes com surgimentos de novas logo após a cicatrização das primeiras.
- a afta demorar mais de 3 semanas para cicatrizar
- houver sinais de infecção na área da afta
- houver sintomas sistêmicos que sugiram a presença de alguma doença
- houver febre
- houver úlceras também nos órgãos genitais
Quando se preocupar com uma afta?
Apesar de benigna na imensa maioria dos casos, a afta pode ser uma manifestação de doenças sistêmicas ou pode ser confundida com lesões graves como neoplasia da cavidade oral.
E qual o tratamento para a afta?
Não existe remédio milagroso para afta. Nenhuma substância cura a úlcera de um dia para o outro. Como a afta costuma durar até 2 semanas, os tratamentos atuais visam a acelerar o processo de cicatrização da lesão.
É importante distinguir as pomadas que contém apenas anestésicos, e portanto, servem apenas para alívio sintomático, daquelas com corticóides e antiinflamatórios em sua fórmula, que efetivamente podem acelerar a cicatrização.
Medicações sistêmicas e tópicas são mais comumente usadas, mas o uso de laser de baixa potência tem se tornado cada vez mais comum no tratamento de lesões aftosas e até mesmo de herpes.
Os benefícios clínicos trazidos pelos soft laseres estão relacionados à aceleração da atividade enzimática, aceleração na regeneração das artérias sanguíneas, melhora no fluxo sanguíneo e ativação dos tecidos vitais. São utilizados, portanto, como efeito analgésico antiinflamatório e bioestimulante
Na internet é muito fácil achar inúmeras receitas caseiras para tratar as aftas. Deve-se ter cuidado com o que se aplica na lesão para não aumentar a inflamação e piorar o quadro.